Tem pouco mais de quatro anos que a Rússia invadiu a Ucrânia, invocando uma desculpa esfarrapada qualquer (estou a desvalorizar, mas o assunto Nazi é sério, mas não o era na Ucrânia, por não haver fundamento nesta acusação de nação Nazi).
A União reagiu, como sempre sabe
reagir, como um menino rico que não sabe o que custou subir na vida, pois já
nasceu rico. Esses meninos, quando estão perante um dilema da vida, a primeira reação
que têm é: posso resolver com dinheiro?
E assim foram milhões sobre
milhões para a Ucrânia, para que este país pudesse fazer o que a União, afogada
em burocracia não consegue: investir, desenvolver e crescer.
Quatro anos volvidos, temos novo conflito
no médio oriente. Os EUA, ou melhor, o doido do Trump e do seu comparsa Israelita,
decidem atacar o Irão com enormes consequências mundiais ao nível da energia.
E que faz a União? Nada. Assiste.
Trump não consegue resolver o problema que criou e quem vai em seu auxílio? Pasme-se,
a Ucrânia. A Ucrânia, que vive há quatro anos com ajudas europeias, que vive debaixo
de fogo diário e constante, com cortes de energia, é hoje a potência militar
anti drone.
Nada contra, mas não podiam os
estados da União terem feito mais ao longo destes quatro anos? Não se poderiam
ter preparado melhor? Não podiam ter eles investido em novas tecnologias, em
novas armas de guerra diferenciadas que causassem “sensação”?